HISTÓRIA & RESENHAS #6: Argentina, tango e asfalto (parte 1)

Depois de um longuíssimo inverno, Milton Rubinho (o Yoyo Maldonado de Limeira) está de volta com sua rica biblioteca do esporte a motor. E desta vez, convidando a todos para uma viagem ao sul do continente, onde se dança tango, torce-se pelo Boca, assa-se carne na parrilla e… o automobilismo é obrigatório na cena esportiva.

O que vem na sua cabeça quando você pensa em Argentina? Pode ser sincero, mas lembrar de futebol (leia-se Maradona), tango, Malvinas e nomes como Peron, Carlos Gardel, Mercedes Sosa e Astor Piazzolla seria algo muito natural, são marcas tão fortes que caracterizam de pronto o país vizinho ao nosso. É o segundo maior da América Latina e cuja história, por vezes, é tão parecida com a nossa: problemas econômicos, ditadura militar no passado, musica e futebol cheios de história e… um automobilismo marcante.

Tão marcante quanto no Brasil, o automobilismo argentino guarda na sua gênese grandes nomes e momentos que, assim como qualquer outro debate nas esquinas de Buenos Aires, também são carregados de paixão e eloquência. Das primordiais carreteras e os triunfos de Fangio a aventura do saudoso Carlos Reutemann, a mágica mecânica de Oreste Berta e as surras nas pistas latinas de Yoyo Maldonado na F2 Codasur são só algumas das glorias que todo hermano carrega para além das quatro linhas de La Bombonera ou do Monumental: elas tem cheiro de asfalto, história e um pouco de heroísmo, coisa que argentino gosta e muito.

E para começar a entender essa fixação histórica da Argentina com o esporte a motor, nosso “capivara” começa pelas celebradas carreteras argentinas são muito mais do que o patrimônio maior do automobilismo dos “hermanos”, elas contam a história de um país inteiro, desbravando o interior e criando ídolos locais mais celebrados que os portenhos e suas tardes de futebol

Dê o play e comece a viajar com a gente no tempo e nas carreteras puramente argentinas 🌻🌻

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